“Os Pintores, Me Inspiram Mais Do Que Os Compositores Atuais”

“Os Pintores, Me Inspiram Mais Do Que Os Compositores Atuais”

"Os Pintores, Me Inspiram Mais Do Que Os Compositores Atuais" 1

Barcelona converteu-se estes primeiros meses do ano em uma cidade de Philip Glass. “Quando diz que será isso? “pergunta. “Oh, agora terei retornado para Nova York, que pena”. Um Philip Glass cativante, de oitenta e dois anos, fazia tua entrada pela sala de ensaios do coro no Palau de la Música. O avião, proveniente de Paris, sofreu um direito atraso e a conferência de imprensa necessita de ser rápido.

“Dois amantes, sentados em um banco do parque com seus corpos tocar, cogiéndose das mãos perante a iluminação da lua. Havia silêncio entre eles. Tão profundo era o seu carinho, que não precisavam de frases para expressá-lo”. ‘Vessels’ é uma das minhas primeiras obras vocais.

Como compositor era gratidão a cantar. “Sim, desta trilogia se fez assim como no filme, e teve enorme sucesso”, garante Glass. “Era um vídeo a respeito de como a humanidade perde o contato com um universo orgânico e puxa para algo mais imaginário.

É uma obra que apresenta uma idéia do que eu pensava da música vocal, então”, indica. “Em meus tempos de conservatório me vi muito obrigado a cantar, a todo compositor, tocava-lhe fazê-lo. E naqueles anos de barítono triste no coral da instituição, aprendi muito de como funcionam as vozes juntas.

O show prossegue com obras pra piano de diferentes épocas de Glass. “É um programa incrível, visto que é um raio-x da minha obra pra piano e tocar com dois músicos excelentes, o russo Anton Batagov e a japonesa Maki Namekawa.

O piano se foi resultando-se o instrumento que uso para compor. Eu comecei a tocar com sete ou oito anos”. Vinte anos, eu tenho estado muito envolvido com o piano, eu ouvi vários pianistas. As pessoas tem um talento vasto para a compreensão. E vêm com sua própria história e com seus próprios gostos musicais. E isso é uma coisa que você permitir que isso aconteça, não te porás nervoso. Sempre escolho pianistas que tocam melhor que eu, em razão de, sendo eu assim como intérprete apreciei a profunda criatividade dos intérpretes: podem ler a música na primeira vez de uma maneira que o compositor nunca ouviu”.

Falamos de música como uma linguagem universal, contudo é muito mais. “Falamos de música como uma linguagem universal, todavia é muito mais do que isso. Einstein on the beach, tendo como exemplo, é uma ópera que nasceu em colaboração com Bob Wilson há cinquenta anos atrás, e neste momento curiosamente vai repondo nesse lugar e ali. “Eu não acho que esta ópera mudou muito o mundo da música, foi uma colaboração maravilhosa contudo, mais do que o começo de algo, era o fim de um momento para a minha.

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  • você pediu asilo político ao presidente Rajoy
  • 2 A pintura
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  • 4 Discografia com Jim Gillette

É chocante que sem demora as pessoas a reverter a interpretar. A energia da peça continua lá, como se tivesse sido escrito ontem, todavia não nos fala do futuro, em todo o caso, do passado”. Não acho que ‘Einstein on the beach’ mudou muito o universo da música.

Em teu livro autobiográfico Glass descreve a música como um ambiente. “Eu a toda a hora me tinha perguntado o que é a música, de onde vem. Mas um dia dando aulas essa mesma pergunta me defendiam os alunos. E não estava preparado pra conceder uma resposta no momento em que a pergunta vem de outro lado.

Simplesmente aconteceu-me que a música é um ambiente. E os músicos vivemos nesse lugar, nesse Rio, esse Chicago ou aquele Madrid para os compositores. De forma que os músicos vivemos em 2 mundos. E estiveram de acordo. Não imagino, é qualquer coisa muito anormal”.