O Tênis Que Não Se Vê

O Tênis Que Não Se Vê

O Tênis Que Não Se Vê 1

Já irei estar neste local após 5 semanas em que eu disputado cinco campeonatos seguidos. Ile de Ré, Paris, Barcelona, Lisboa e Genebra, um depois do outro. Passou-se uma semana desde essa turnê e neste instante me encontro disputando outra de 3 semanas. Esta é a minha sexta semana de fora das últimas sete. Atualmente estou em Bruxelas, e irei direto pra Nottingham segunda-feira.

E, logo após, Gross-Siegharts (Áustria). Pois eu vou dizer a respeito do que significam de fato esses passeios. O que o tênis não vê. O que a gente não sabe. Olho, eu a toda a hora argumentou e digo que eu amo a minha existência e que não a mudaria.

Eu amo a competição e viajar para lugares diferentes para poder dar o ótimo de si. Como eu falou, viajamos para competir. Temos vindo a trabalhar. Raramente temos tempo pra fazer turismo ou estar relaxados, de forma especial se você está bem e você joga vários jogos seguidos.

Apesar de se perder, aproveitamos essa semana para treinar com os excelentes. Sempre me lembrarei de minha primeira viagem de um mês para a Austrália, Um sucesso do torneio, porém um calvário para o corpo e o descanso. Eu joguei 9 partidas em cinco dias, ao chegar ao desfecho, individuais e duplos.

  • Durante o segundo ano de existência a cada 3 meses
  • 3 Desenvolvimento inicial do pontificado
  • 9 O sexo e o campo
  • 7 Gotham (2014)

Mas isto é qualquer coisa normal no mundo do tênis: conviver com dores, ceder garra e romper com este cansaço pela manhã. Ouvir o teu corpo é uma arte, isto sim. Aí eu tenho que compreender muito ainda. Saber que a agonia que aturar e qual não. No Barcelona (terceiro campeonado da turnê), foi muito duro. Levantei-Me com dores, pedi pra comparecer ao fisioterapeuta, e no momento em que goleou a minha mala, de repente, fiquei pregado nas costas.

Literal. Não podia me mover. É mais, eu tiveram que vir a recolher ao quarto e me conduzir ao médico. Me perfurado e me proporam não jogar, todavia na manhã seguinte levantei-me um tanto melhor e não fiz nem sequer caso. O universo é dos corajosos, eu digo. Decido jogar, e perder em um jogo medonho onde eu não conseguia pôr a bola.

Eu tenho que engolir meu sapo de ousadia. O universo é dos corajosos, sim, mas com cabeça e sanidade. Não acontece nada, experiência e percepção aprendida para a próxima. Ademais, estes passeios que você deve conviver com as emoções, tensão e nervosismo, o que é difícil. Realmente, eu não entendo o que é o que acaba mais, se a agressividade física ou mental, que te deixa drenado.

Uma questão que estou muito orgulhoso como gestioné o campeonado em Madrid, apesar de deslocar-se mentalmente ao limite (quarto torneio da turnê, após Barcelona e antes de Genebra). Jogar em casa e sendo o favorito, não é descomplicado. Mas, também, fazê-lo defendendo o título, com o teu público diante, amigos e patrocinadores, pior. Ademais, tinha algumas dores nas costas do Barcelona.

E minhas ferramentas mentais (que vos expliquei no parágrafo anterior) não serviram de muito. O fechamento com o que eu jogava era de outro grau. Eu joguei, a grau tenístico, horrível. Mas tirei os partidos à base de garra, de brigar cada ponto e de jogar com intensidade. Foi dramático, ganhando 10-8 no super tiebreak.

Isso foi uma tarde de domingo, e segunda-feira eu acordava às sete (trapping, principalmente pelo desgaste mental da semana) para dirigir-se a Genebra, no último dia da turnê. Como vos alegou, foi um sucesso de torneio, os incríveis da minha existência.