Destripamos Ubuntu 10.04

Destripamos Ubuntu 10.04

Destripamos Ubuntu 10.04 1

Finalmente está neste local. Fiéis à sua pontualidade, as mentes mestras da Canonical ter introduzido on-line a versão final do Ubuntu 10.04 LTS, bem como conhecido como Lucid Lynx. Há não muitos dias, demos uma olhada pela versão beta, e se bem que ficavam numerosos detalhes pra solucionar, o Ubuntu veio tanto no dia como pela forma. A importancia de esta versão não aceita conversa: Por ser um LTS, veremos Ubuntu 10.04, pelo menos no decorrer dos próximos 3 anos. Como já é inconfundível em NeoTeo, fizemos o download de uma cópia, e arrastamos os seus corredores durante um excelente tempo. Passaram dois anos desde a última versão LTS. Porque o sistema operacional em si teve muitas mudanças, e nem ao menos todos foram do agrado dos usuários.

Quem de imediato tenham visto mais de perto pra beta entendem o que estou postando, porém pros recém-nos unem o percurso por esta nova versão do Ubuntu, será melhor que elaboremos. Esta é a nova aparência do Ubuntu. A idéia de “deixar pra trás o marrom”, que vem sendo posta em prática, ainda que, na realidade, a cor escura dos painéis ainda conserva alguns traços de tons pastel. O lado social do sistema operacional foi refinado.

  1. Diz ser Meus pires
  2. 8 MSN Messenger 6.2
  3. Yang Yi como Yang Jie
  4. 2017: The Disaster Artist
  5. Ordenar trabalho
  6. Serviços de compartilhamento de arquivos
  7. 2005 Taringa
  8. quatro Reinício de atividades

O MeMenu, somado à experiência de acesso que fornece o novo Empathy (substituindo o Pidgin do Karmic Koala), realizam um prazeroso serviço. A configuração das contas é quase instantâneo e não tivemos nenhum dificuldade de desligamento por hora. O único defeito que encontramos por esse ponto foi o Ubuntu One, e eu desejo discursar que foi inadmissível usá-lo, ao menos de momento.

Não temos certeza se o defeito se devia a alguma sobrecarga nos servidores ou outro tipo de dificuldade, mas os problemas 500 foram moeda corrente em que momento tentamos entrar pro Ubuntu One. O resto, notável. Facebook, Twitter, MSN, nenhum defeito.

Mesmo nos atrevemos a expressar que o chat do Facebook tem êxito melhor por fora do Facebook, que desde o teu interior. Também houve modificações pelo lado do software. Semelhante tinha sido apresentado, GIMP foi afastado do Lucid Lynx, em benefício do F-Spot. E honestamente, acho que necessita ser substituído também. Para editar uma imagem, primeiro você necessita abrir o F-Spot, importar a imagem dentro da galeria (visto que não existe um comando “abrir”), e uma vez importado, recém pode ser editada.

Como se isto não fosse suficientemente complicado, F-Spot conta com a surpreendente quantidade de 8 comandos de edição. O resto da tropa, neste momento a conhecem bem. Firefox 3.6.Três a cabeça como um navegador, e OpenOffice 3.2, cobrindo todas as necessidades de escritório pertinentes. A instalação do Flash no Ubuntu não causou problema um, bem que tenhamos usado a versão de trinta e dois bits pra nossa prova.

Se você resolver fazer o download da versão de 64 bits, deverão recorrer um caminho rochoso, para localizar uma versão compatível do Adobe Flash. Quanto ao resto, o Brasero continua gravando discos ópticos como a toda a hora, enquanto que o Rhythmbox se encarrega de tudo o que é áudio. O detalhe dos plugins MP3 é corrigido automaticamente pelo Rhythmbox, e cabe incorporar que o serviço Ubuntu Music parece que show hein.