A Luta Das Investiduras

A Luta Das Investiduras

A Luta Das Investiduras 1

Matilde di Canossa nasceu no seio de uma poderosa família católica. Seu pai, o marquês Bonifácio, era senhor de um território de grandes dimensões, que se estendia pela Itália desde a pré-cordilheira dos Alpes brescianos até o Lácio norte, por nanico.

Sendo ela uma menina, no ano 1052, o marquês foi assassinado no momento em que estava caçando numa de suas tantas matas próximas ao Po. Correram diferentes suposições sobre o porquê de tua morte, no entanto nunca se conseguiu saber a verdade.

O fato é que deixou o governo de tuas terras em mãos das duas mulheres de tua residência, Beatriz e Matilde. A esposa do marquês era de sangue alemão, prima do rei, imperador, e voltou com sua filha Lorena, tua pátria de origem, onde permaneceram por um tempo, no tempo em que a pequena infância. De volta, pela Itália, houve vários problemas a encarar.

o pessoal, Matilde queria ser esposa de Cristo. Em troca, porque, ela que havia se tornado uma graciosa jovem, devia casar-se com Godofredo, o Corcunda, um homem esquisito e deformado, que a fez muito choroso. Esta solução foi induzida por razões políticas, como aconteceu mais tarde com o segundo marido, Guelfo da Baviera.

Também esta experiência foi amargurado para Matilde, que se viu casada com um jovem de 16 anos de idade, no momento em que ela imediatamente sondava os 40. Dois casamentos fracassaram. Por que Matilde colocou de parcela de Roma, resultando-se a única nobre de relevância que prestou apoio ao papado na difícil ocorrência que se viria a construir.

Por outro lado, no interior do estado, as cidades eram assuntos permanentes de revolta: em vias de obter a independência da organização comunal, que não queriam aceitar a ordem feudal. Estavam ocasionando-Se em comunas autônomas, como as comunidades rurais, bem como destinadas ao auto-governo.

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A suporte feudal, apoiada a respeito de os 2 pilares da fé e da nobreza, estava caindo. Para aprender melhor o problema em que ficou inmiscuida, torna-se essencial explicar o motivo da guerra que eclodiu entre o poder temporal e o espiritual.

A investidura leiga deriva do regime da Igreja típico. Por interferência do correto germânico na Europa medieval ficou frequente projetar as igrejas como um beneficium, que à semelhança de cada outro “privilégio” poderia ser definido por um leigo e concedido como feudo.

Assim, pois, era freqüente que um senhor feudal concedesse um clérigo de uma paróquia, uma colegial, etc., Os reis, por sua fração, eram aqueles que normalmente concediam os bispados e abadias mais sérias. O rito de investidura constava do juramento de fidelidade do vassalo que dessa maneira recebia do seu senhor, o báculo pastoral e com o anel. Este gesto se prestava a desarrumação, em razão de era um leigo que concedia uma jurisdição eclesiástica, e uma dignidade que corresponde à Igreja a fornecer esses dados. Ainda havia um outro ponto que retificar: O imperador tem de ser coroado pelo Papa, visto que é de Deus que recebemos o poder temporal. Mas o monarca considerava-se o legal sucessor de Pedro.

É o que se entende como cesaropapismo, e que tinha de ser alterado a partir desta briga. Mas muito em breve, o imperador Henrique IV, não estava disposto a renunciar a tudo o que considerava um direito da coroa, e desafiando o Papa, em 1075 conferiu o arcebispado de Milão, o clérigo, Tedaldo.